Gestão estratégica

4 min de leituraGestão estratégica aplicada aos negócios: como fazer?

A gestão estratégica é uma ferramenta que tem ajudado milhares de organizações a alcançarem os resultados. Entretanto, muitos gestores não sabem por onde começar e nem como implantar na sua empresa. 

De acordo com uma pesquisa feita pelo Sebrae, cerca de 25% das empresas falham e fecham no Brasil. De fato, organizações que não possuem gestão estratégica estão fadadas ao fracasso. Por isso, traçamos um roadmap para orientar de forma prática a aplicação da ferramenta no negócio. Confira no artigo a seguir.

O que é gestão estratégica?

Certamente, com a grande concorrência do mercado, trabalhar com estratégia é essencial para a sobrevivência de uma empresa. Entretanto, a gestão estratégica é uma forma de otimizar e tornar a gestão de um negócio mais eficaz.

Aliás, é por meio da metodologia que as informações sobre a competitividade da empresa, as ameaças e oportunidades, os recursos disponíveis, entre muitas outras coisas são mapeados. O principal objetivo é executar de forma estratégica tudo o que foi traçado no planejamento.

Em outras palavras, estabelecer metas, melhorar o atendimento, aumentar o lucro, analisar a organização e alcançar os objetivos. Para o sucesso de uma empresa, a liderança precisa ter controle de tudo o que está acontecendo para entender os processos e alinhar todos os esforços em uma mesma direção. 

Contudo, a gestão estratégica vem para engajar as diversas áreas de um negócio, melhorando a relação dos colaboradores e o engajamento da equipe. Em síntese, isso contribui para o aumento da produtividade das atividades internas, o que reflete nos resultados de crescimento, ganho de mercado e satisfação dos clientes

Assim, os objetivos ficam mais fáceis de serem alcançados, as metas de serem batidas e os resultados maximizados.

Fluxo de gestão estratégica

Uma gestão estratégica bem direcionada e planejada possui um fluxo composto por diversas fases: 

  • Diagnóstico;
  • Formulação;
  • Implantação;
  • Acompanhamento. 

Todas as etapas seguem o conceito do Ciclo PDCA, ou seja, Plan, Do, Check, Act. Aliás, essa ferramenta ajuda a entender como nasce o problema e como ele deve ser solucionado. Entenda a seguir um pouco sobre cada fase da gestão.

Diagnóstico

Certamente, antes de tudo é necessário mapear o que permeia o negócio. Ou seja:

  • Avaliar a situação atual;
  • Verificar os objetivos;
  • Diagnosticar fatores externos e internos;
  • Mapear ameaças e oportunidades.

Esta fase é como uma investigação: é preciso saber onde dói, onde estão os gargalos e a ineficiência. Nesta etapa, para que o gestor consiga fazer com êxito a análise, a Matriz SWOT é uma ótima opção. Confira como potencializar os resultados utilizando a ferramenta.  

Formulação

Nesta etapa da gestão estratégica, o foco principal é o ambiente competitivo. Portanto, um plano de ações é formulado para que a empresa consiga superar a concorrência, adaptar-se ao mercado e estar à frente das mudanças e ameaças.

Nesta fase também entra a gestão de riscos, pois é necessário ter sempre um plano de contingência para que o negócio não seja pego de surpresa e todo o esforço da gestão estratégica vá por água abaixo. Desta forma, a empresa decide o quê, como, quando e quem deve fazer para que os resultados sejam alcançados com êxito.

Implantação

A fase de implantação talvez seja a mais difícil, pois mesmo com tudo planejado e traçado, executar tudo com eficiência torna-se um grande desafio. Entretanto, algumas ferramentas podem resolver esse problema, como por exemplo, o Balanced Scorecard (BSC). O método auxilia o gestor e todos os envolvidos a visualizar e analisar as métricas e ações definidas no plano estratégico.

Além disso, o BSC pode ser combinado com outras ferramentas como a Análise SWOT, já citada anteriormente, o 5W2H e o próprio orçamento empresarial. Afinal, a estratégia é um processo contínuo, que contribui para que a empresa cumpra a Missão, a Visão e os Valores definidos.

Acompanhamento

As empresas têm muitas iniciativas, mas por falta de monitoramento, disciplina e acompanhamento não sabem exatamente o que foi feito e quais estratégias devem ser realinhadas.

Durante a execução do planejamento estratégico é fundamental definir um plano de acompanhamento de indicadores que permita avaliar se o planejamento da empresa está alcançando os resultados esperados. Afinal, de nada adianta executar todas as etapas acima se o acompanhamento das ações não for feito.

Monitorar as métricas é fundamental para o direcionamento das tomadas de decisões.  Contudo, os indicadores-chave de desempenho (KPIs) ajudam a identificar problemas, suas causas e traçar uma solução adequada para resolvê-los. O acompanhamento faz parte do sistema para manter o controle do que está acontecendo.

A importância da gestão estratégica

Com esse artigo fica clara a importância de uma gestão estratégica para a execução eficiente do planejamento. Afinal, ela é essência para o sucesso da empresa, pois ajuda a manter os times mais engajados e focados nos objetivos traçados.

Para que o processo não se perca, os softwares de automação são bastante eficientes e ajudam na análise de cada objetivo.  Quer aprender mais sobre gestão estratégica? Não deixe de ler o Guia Definitivo da Gestão Estratégica Aplicada aos Negócios.

*Este artigo foi desenvolvido pelo Scopi: o software para criar e executar o seu planejamento estratégico, uma empresa de tecnologia B2B cuja solução reúne canvas de modelo de negócios, diagnósticos, definição de objetivos, gestão de indicadores, projetos, processos e outras funcionalidades em um só lugar.

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