benchmarking

8 min de leituraO que é benchmarking, qual a sua função e como aplicá-lo nas empresas?

Compreender o que é benchmarking é dominar uma das estratégias de marketing que visa aumentar a eficiência das empresas quando o assunto é marketing digital.

Ela é, o que podemos chamar, de uma “boa prática” de mercado, pois demanda um processo de pesquisa minucioso por parte de gestores. Afinal, é importante saber como a sua empresa está se saindo perante os concorrentes diretos da área, certo?

Por entender essa necessidade, a estratégia de benchmarking é tão importante e tão usada por organizações que desejam crescer e ser sempre referência no segmento em que atuam.

É através dela que as empresas conseguem entender quem são e onde estão. É por ela que se avalia os acertos e os erros cometidos e é possível otimizar os processos internos para, assim, melhorar a solução oferecida ao mercado.

Este artigo tem o intuito de explicar a definição de o que é benchmarking. Falaremos sobre a sua função e de que maneira ele pode ser aplicado – independente do segmento de atuação das empresas.

Afinal, todo empreendedor quer o melhor para o seus negócios, não é mesmo? Então nada melhor do que ficar de olho na concorrência para não ficar para trás.

Vamos lá?

Boa leitura!

O que é benchmarking?

Benchmarking, em uma tradução livre do inglês, significa “ponto de referência”. Essa estratégia refere-se à pesquisa realizada por empresas para comparar produtos, serviços, processos, metodologia e toda e qualquer prática empregada pelo segmento em que ela atua.

Esta já é, na realidade, uma prática há bastante tempo utilizada por indústrias. É através dela que analisar, interpretar, avaliar e planejar em cima das informações coletadas.

É uma forma de fazer as empresas “pensarem fora de caixa”, saírem da zona de conforto. Afinal, é preciso ter capacidade não só de identificar e entender o mercado e a concorrência, como também suas próprias virtudes e defecções.

Por isso, o chamado benchmark, uma posição de referência sobre o que fazer e para onde ir. E o setor de marketing precisa valer-se disso para desenvolver estratégias, sejam de inbound marketing, sejam de outbound marketing para fazer a empresa mais presente e mais forte.

E aí, para aplicar benchmarking, não importa o tamanho do seu empreendimento. Tanto faz se você é CEO de uma multinacional ou dono de um pequeno estabelecimento – ou até mesmo profissional autônomo.

Se alguém que faz a mesma coisa tem desempenho melhor do que você, é preciso analisá-lo e entender os porquês. Mas, para isso, organização e método são importantes. E um pouco de autocrítica também não faz mal para ninguém, certo?

Um adendo importante:

Benchmarking e benchmarketing não são a mesma coisa. Na verdade, este segundo termo não existe oficialmente. Trata-se apenas de uma derivação sem um sentido definido.

As variações do benchmark

  • Interno – busca melhorar práticas e processos dentro das empresas. O intuito é padronizar trabalhos em filiais, desenvolver métodos inovadores, entre outros.
  • Funcional – comparar de forma mais simples e direta o trabalho entre empresas, do mesmo segmento ou de distintos;
  • Competitivo – analisar de forma criteriosa e cuidadosa a concorrência. A ideia é mapear os pontos fortes dos rivais e superá-los após otimizar processos e estratégias de marketing.
  • Cooperativo – empresas parceiras que compartilham práticas e processos. Uma organização (modelo) ensina a outra.

Qual a importância e os benefícios desta estratégia?

É impensável ter sucesso a médio e longo prazo isolando-se das melhores práticas do mercado. Não há empresa que, isolada em uma “bolha” e que aja da forma que quer, tenha bons resultados comerciais e consiga crescer.

Bem pelo contrário.

Essa estratégia serve para levar ao encontro todo e qualquer negócio com o que os clientes realmente precisam. Até porque, o sucesso do cliente é o sucesso de toda a empresa.

Por isso, o uso correto do benchmarking traz benefícios importantes, tais como:

  • Identificar tendências e antecipar-se à concorrência;
  • Conhecer práticas de sucesso que concorrentes já aplicam, aprimorar e pôr em prática nos seus negócios;
  • Analisar sua abordagem atual em questão de processos de marketing, mapear e colocar mudanças em prática;
  • Ter uma lastro de conhecimento para melhorar a entrega que sua empresa faz em relação a produto e/ou serviço;
  • Reduzir custos, otimizar tempo e ser assertivo nos processos;
  • Ser visto como referência, exemplo a ser seguido dentro do segmento por outras empresas;
  • Entre outros.

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Como aplicar essa estratégia? Confira 5 passos para implementação!

Mais importante do que entender o conceito é saber como é possível colocar o benchmark na prática. Para isso, é preciso organização e disciplina, pois há etapas que precisam ser (bem) cumpridas.

Então, para ser assertivo nesta análise, siga alguns passos, tais como:

1 – Análise interna

O primeiro ponto é olhar para dentro de sua própria empresa, conversar com seus colaboradores e analisar o ambiente interno.

É preciso entender quem sua empresa atualmente é, como todos se sentem e qual o desejo coletivo e individual de cada um. Isso é importante para saber se você está trabalhando bem ou mal os pequenos detalhes. Afinal, sem acertar no micro, como será possível melhorar o macro?

2 – Identificar os principais concorrentes

Esse é o momento de identificar quem são os seus principais concorrentes direto e começar a monitorá-los. Procure entender bem quem você é para entender bem quem são seus rivais.

É um momento importante dentro da estratégia de benchmarking para garantir que você está escolhendo as empresas corretas para cuidar.

3 – Escolher indicadores de análise

Depois de mapear os seus concorrentes, é hora de escolher quais indicadores são importantes de acompanhar. Quais a sua empresa julgam essenciais para serem otimizados.

Para ajudar na missão, crie uma tabela e preencha os aspectos que você deseja analisar, com pontos positivos e negativos dos concorrentes.

Alguns KPIs que podem ser observados das empresas que você considera rivais:

  • Qualidade do ambiente de trabalho;
  • Qualidade do conteúdo gerado;
  • Presença e desempenho nas redes sociais;
  • Presença em eventos do segmento;
  • Estratégias de trade marketing (se o segmento for varejo);
  • Ações promocionais;
  • Preços;
  • Inovações;
  • Entre outros.

4 – Analisar o que foi mapeado

Depois de definir os indicadores importantes, é hora de analisar os dados obtidos. Compare como está a concorrência e como você está em cada item.

Entenda as relações que os dados têm, saiba identificar os contextos para não concluir nada de forma precipitada. Também identifique o que é relevante e o que não é e o que pode ser alterado e o que não pode.

5 – Implementar e monitorar as melhorias

Depois de identificar o que precisa ser feito, é a hora de colocar a mão na massa! Defina com seu time de marketing as ações, implemente métodos ágeis e aprimore o conhecimento interno.

Além disso, mantenha reuniões constantes de feedback para monitorar o que vem sendo feito e, se preciso, aprimorar os processos. Para isso, crie relatórios onde todos possam consultar e avaliar o que é feito.

Como não aplicar essa estratégia

O mau uso da estratégia de benchmark pode trazer alguns problemas para os gestores. Se o mapeamento não ocorrer de forma correta, isso fará com que as ações não tenham sentido e, em consequência, um resultado bem aquém do esperado.

Aí, as empresas terão gastado tempo dos seus colaboradores e, fatalmente, recursos desnecessariamente.

Por isso, seja cuidadoso. O uso errado do benchmarking ocorre geralmente quando as empresas:

  • Não tem objetivos e metas bem definidos;
  • Encaram a estratégia como algo pontual e não como um processo constante de aprimoramento;
  • Não usar ferramentas nem para registrar os dados coletados, nem para documentar as ações planejadas;
  • Parar no meio do caminho e não implementar o que foi combinado, tampouco fazer pela metade as ações.

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O benchmarking é aliado do marketing digital

Como dissemos, a estratégia de benchmark serve tanto para empresas grandes como para microempresários e até mesmo profissionais autônomos. Até porque, todos têm concorrentes e acomodar-se, mesmo que você tenha bons resultados atualmente, não é recomendável.

Mas, falando de empresas com maior porte, é fundamental que a sua equipe de marketing esteja em sintonia com a aplicação desta estratégia. Ambos precisam ser aliados.

Todo mundo quer melhores resultados para a empresa em que trabalha. Como conseguir o tão desejado crescimento?

Depois de analisar a concorrência e definir ações, o primeiro passo é otimizar a estratégia online para a geração de leads. A captação de clientes é o primeiro passo fundamental para ter bons resultados e, quando isso acontecer, o líder de vendas precisa ter claro e otimizado o processo comercial dentro do gerenciamento de vendas.

Siga sempre otimizando suas ações, busque sempre aprimoramento e mantenha um bom relacionamento com o cliente. Assim, é possível ter insights para garantir sempre a melhor entrega.

Com isso, é possível vender mais e melhor, impactar positivamente o CAC e LTV de seus negócios e, claro, crescer e ser sempre referência no seu segmento.

E aí, como podemos te ajudar?

Se você ficou com alguma dúvida sobre essa estratégia ou tem alguma “dor” nos processos internos em seus negócios, fale com um consultor hoje mesmo.

Aproveite e leia dois artigos que podem ser úteis para você.

O primeiro fala sobre porque sua empresa precisa fazer marketing no Facebook.

Já o segundo aborda sobre como tecnologias inovadoras de marketing ampliam os formatos em gestão de vendas.

Boas vendas!

Um abraço do PipeRun, o seu CRM. #RunPipeRun

Equipe de Redação
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