Marketing digital: o que é, dicas, ferramentas e um guia completo!

Tudo sobre Marketing Digital
A internet no Brasil já chega a mais de 110 milhões de usuários, segundo o IBGE. Conheça os mais importantes termos e conceitos do Marketing Digital que vão fazer seu empreendimento se destacar nesse enorme público, mesmo em tempos de crise.

Marketing digital é um conjunto de ações que uma empresa ou pessoa executa online. O objetivo é criar relacionamento, desenvolver uma identidade e, claro, atrair novos negócios e clientes.

Há muitas estratégias que podem ser colocadas em práticas, algumas pagas e outras orgânicas.

As demandas do marketing digital não param de crescer junto ao aumento da presença da internet nos lares e empresas.

Mas, engana-se quem acha que os conceitos do Marketing Digital já estão na “boca do povo”. Pesquisas não tão antigas do Opinion Box abordaram expressões cotidianas do mundo digital.

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Tais como: email marketing, ecommerce e marketing de conteúdo. Essas são expressões bem conhecidas, por 50%, 48% e 26% das empresas.

Nesta ordem. E só. Ou seja, por essa amostragem, é possível perceber que mais da metade dos entrevistados não conhecia o básico do marketing digital.

Por isso, neste artigo iremos abordar não só o conceito como alguns pontos vitais. Você verá:

  • O que é marketing digital;
  • Os 12 conceitos e estratégias cruciais do marketing digital;
  • Estratégia de marketing digital para a sua empresa;
  • Marketing digital e as gerações: o que cada uma usa?;
  • Como atrair mais clientes com marketing digital passo a passo;
  • As melhores ferramentas de marketing digital para sua empresa.

E muito mais! É um conteúdo bem rico e que vale acompanhar. Vamos conferir? Boa leitura!

Primeiro, o básico: o que é marketing digital?

Guia definitivo sobre o que é marketing digital

Marketing digital é a ação de promover, por meios digitais, algum produto, serviço ou até mesmo uma pessoa.

No âmbito corporativo, é a principal maneira que as empresas têm de comunicar-se com seu público-alvo.

Em outras palavras, existe para entregar o que os clientes precisam. No tempo exato. E faz isso de forma clara, direta e personalizada.

Todavia, dar um conceito fechado e definitivo sobre o que é marketing digital é um erro. As formas de marcaram presença online e impactar clientes sofrem transformações diárias.

Literalmente da noite para o dia, aquilo que se tinha como convicção e boas práticas pode ficar defasado.

Por meio de canais digitais e estratégias de marketing (veremos mais adiante) é possível entregar 100% o que seu cliente quer.

Por isso, sem sombra de dúvidas, marketing digital é a melhor forma para:

  • atrair;
  • relacionar;
  • vender;
  • fidelizar clientes.

E cada vez mais as empresas têm o desafio de pensar como usá-lo de forma inteligente nos smartphones.

Por mais que ainda produzimos via desktop, é preciso pensar que o acesso mobile é e será cada vez mais homogêneo.

Mais do que isso. A entrega deve sempre ser personalizada. É uma exigência crescente dos consumidores. Ainda bem que as empresas estão começando a entender isso, especialmente as B2B.

O fato de ser democrático e quase sempre grátis são outros fatores que popularizaram o marketing digital. Ele pode ser feito por pessoas, empresas, ONGs, igrejas, grandes indústrias, microempreendedores

Qualquer um que queira se promover e tenha algo a oferecer, pode e deve se valer dessas estratégias.

Claro que, para isso, é preciso dominar alguns conceitos e especificações…

Os 12 conceitos e estratégias cruciais do marketing digital

Conceitos e estratégias de marketing digital

Dominar o conceito é crucial, sim, mas apenas o ponto de partida. Para colocar o marketing digital em prática, é preciso ir além.

Separamos uma lista com 12 conceitos e estratégias para que você possa promover seus negócios. Ou promover a si mesmo.

Aqui, é vital, claro, ter sempre algo a entregar. É também vital entender em definitivo que outbound marketing em nada tem a ver com isso. Essa é aquela forma clássica de anunciar algo.

Algo que, sem dúvidas, você desde criança já está habituado. Depois disso, listamos para consulta termos, conceitos e estratégias.

Esses são alguns dos elementos mais comuns no marketing digital atual. A partir daí, você verá ações que realmente vão fazer diferença no seu negócio.

Veja:

1 – Email Marketing

O termo mais conhecido se refere justamente a um dos canais de relacionamento no mundo digital: o email. O email marketing é um daqueles emails que você recebe após se cadastrar em um um site. Pode ser newsletter com notícias relevantes. Podem ser ofertas especiais, artigos periódicos, entre outros. Aqui, é relevante é entender que email marketing não é “spam”. Afinal, o usuário tem de ter interesse pelo conteúdo recebido. Caso contrário, é bem possível que você caia em black list (lista negra) por enviar spam demais para os clientes. Cada email disparado deve ter um público em foco, que vai definir seu tamanho, formato e frequência. Um CEO interessado em sua empresa não vai poder receber emails com a mesma regularidade que o estagiário em busca de informações. Por isso, aliás, que é crucial você focar em conseguir lead. Pois, aí, seus emails marketing serão muito mais efetivos.

2 – Ecommerce

Marketing digital ecommerce

As lojas virtuais, também conhecidas no meio digital como ecommerce, negociam produtos e serviços pela internet. O modelo surgiu no final dos anos 90 e já consagrou grandes nomes no mercado brasileiro.

Por exemplo, podemos destacar nomes como Submarino e Americanas.com (do grupo W2B). Ou então a Netshoes – maior varejista de artigos esportivos da América Latina.

Essas lojas virtuais, somente no 1º semestre de 2019, cresceram 12%. Isso que, em tese, o Brasil não viveu o cenário econômico ideal.

Essa fatia, aliás, cresce muito entre as classes C e D, mesmo com a crise econômica que assola o país.

O principal encalço do ecommerce é que o modelo adotado no Brasil pelos grandes envolve uma política de preços baixos. Bem abaixo do varejo tradicional.

Mas, não só isso. Há outas vantagens, como prazos estendidos e comodidade gratuita, como frete grátis.

O que começa como um boom de atrativos para o cliente pode se mostrar um peso enorme para as empresas.

Isso porque já que a conta não fecha, o negócio não se sustenta. E o uso de email marketing pelas empresas é algo bem comum.

Até mesmo para lidar com o que chamamos de “abandono de carrinho“.

3 – Marketing de conteúdo

O mundo digital é cada vez mais movimentado por conteúdo, seja em texto, vídeos, áudio, imagens etc.

É a base das redes sociais e dos sites, que faz as pessoas o buscarem. É crucial. Seja do vizinho, amigo ou parente em uma rede social, seja da política em Brasília ou da conjuntura no Oriente Médio.

Muito se fala sempre sobre o marketing de conteúdo. Contudo, a principal diferença é a produção da informação que tem por trás uma empresa.

O conteúdo é utilizado para promover uma marca. É algo sempre mais focado em oferecer algo dentro de um contexto.

Algo que seja interessante e de fato útil aos clientes. Por exemplo, o livro de receitas da Leite Moça Nestle. Ou o site da RedBull, repleto de notícias sobre música, artes, cinema e cultura pop.

Tudo isso são assuntos que interessam para quem consome a bebida. Todavia, não ocorre a promoção direta ao uso da bebida, você percebe?

De um jeito ou de outra, há um planejamento por trás. Há metas e objetivos claros. A missão é impactar o cliente para, depois, claro, vender.

4 – Funil de vendas

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O conceito de funil de vendas pode ser aplicado tanto ao mundo digital quanto ao offline. Neste, com adaptações. Mas, claro, é muito mais usado por empresas que geram resultados com o uso da internet.

O pipeline reproduz cada etapa do cliente. É a sua jornada, que pega a partir do momento em que ele é apenas um visitante. Um mero usuário interessado em um punhado de dados em sites ou redes sociais.

Por exemplo. É como chegar numa loja e ser recebido por um consultor de vendas. Este orienta o cliente conforme seus desejos e anseio de compra até a hora de sair da loja, com o produto adquirido ou não.

Só que no marketing digital, isso é bem mais orientado. Afinal, é possível ter um saber mais acurado acerca do público-alvo e como atingi-lo.

O funil de vendas também define a jornada de compra. Estas são as etapas que o cliente atinge no relacionamento com uma empresa.

Ele encontra o site pela primeira vez em busca de solução para um problema. Lê o texto relacionado ao assunto e vê uma proposta interessante.

Só para ilustrar, podemos citar o download de um material útil gratuito. Ele está lá porque foi criado para ajudar um cliente a resolver o problema.

Na real, é além, certo? É para mostrar que a marca entende e muito do assunto. Enfim. 

Ele baixa o conteúdo e aceita o cadastro para receber mais novidades, dicas e informações úteis produzidas pela empresa.

Vê como o marketing de conteúdo é parceiro de tudo isso? Olha o impacto na sua geração de leads.

5 – SEO

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Termo mais técnico, SEO significa “Search Engine Optimization” ou Otimização de Ferramentas de Busca. Está bem mais direcionado ao Google e YouTube.

Entretanto, buscadores como Yahoo e Bing não podem ser ignorados. O Google ajuda pessoas em buscas de toda a sorte.

Você tem grandes chances de ter chegado até este texto após uma pesquisa no buscador.

Se sim, é sinal que esse conteúdo é bastante relevante para as pessoas. Estar bem posicionado no Google é condição vital para fazer um negócio receber contatos com frequência.

Segundo estimativas da empresa, 70% dos usuários clicam apenas nos três primeiros links.

Além disso, o restante se concentra nos resultados da primeira página. Portanto, trabalhe bastante para atingir um lugar no topo. E quando chegar lá, lute mais ainda para permanecer.

6 – Mcommerce

O Mcommerce é uma contração de “Comércio Virtual Móvel”.

Ou seja, os conceitos do e-commerce adaptados aos dispositivos móveis. Em suma, consiste em oferecer produtos e serviços por celulares e tablets.

Isso se dá em especial por aplicativos construídos para funcionar conforme as necessidades do mobile.

Além de facilitar a compra pelos apps, o Mcommerce adota meios de pagamentos facilitados. Aqui, podemos citar o NFC para reconhecimento de cartões de crédito.

Além disso, integração com aplicativos de bancos para o pagamento à vista, entre outras soluções características dos dispositivos mobile.

7 – Fluxo de nutrição

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O material produzido na estratégia de marketing de conteúdo e os emails marketing têm de chegar até o público de alguma forma.

É aí que entra o fluxo de nutrição. É ele que vai definir com quais conteúdos cada cliente em potencial será alcançado. O objetivo é construir relação com seus clientes por meio desses conteúdos.

Por exemplo, o usuário busca na internet sobre técnicas para aprender a desenhar. Como resultado, ele encontra textos com dicas no site de um estúdio de animação.

Além do texto, há um banner que o convida a fazer o download de um guia com dicas para desenhar paisagens.

Após preencher alguns dados, como nome, cidade e email, ele clica para receber mais dicas por correio eletrônico. A partir daí, começa a nutrição.

Por exemplo, ele pode ser impactado por conteúdos que melhorem sua técnica de desenho. E digamos que isso ocorra com emails que chegam todas as terças-feiras.

Neste caso, o usuário entrou no fluxo. Ele está sendo nutrido com conteúdo relevante às suas necessidades.

No final deste fluxo, você joga a isca do que está vendendo. Um curso de pintura? Ofereça. Um guia completo? É a hora. Ah! O fluxo de nutrição é sempre automático.

Afinal, seria quase impossível fazer isso de forma manual. Deixar alguém ficasse a cargo de disparar e-mails específicos e personalizados todos os dias. Não dá.

Por isso, para fazê-lo é necessário entender como funciona a automação de marketing.

8 – Valuation

O termo significa “avaliação de empresas”. Ele é bastante utilizado no mercado financeiro para definir o quanto cada empresa vale.

Se chega aos números a partir de cálculos que envolvem potencial de crescimento e geração de receitas, entre outros.

No marketing, valuation também pode definir ações que geram valor para uma marca. Para isso, levamos em conta a proximidade ao cliente.

E também a capacidade de resolver problemas de seu dia a dia e ganhar sua confiança. 

9 – Inside sales

Um dos maiores benefícios da era digital está em poder fazer as coisas à distância. Desde as compras nas lojas virtual, os cursos de desenho em tempo real por webinar e até vendas.

Sim, aquela necessidade de se reunir de forma presencial com um cliente em potencial é cada vez menor. À isso se dá o nome de vendas externas.

O inside sales usa as inúmeras facilidades do mundo virtual para ser eficiente.

Se apoia na tecnologia para criar processos de venda cada vez mais próximos do cliente. Tudo isso sem que o vendedor precise sair da empresa.

Por isso, de novo surge o porquê de ter uma estratégia bem traçada de marketing de conteúdo. O usuário em busca de dicas de negócios entra no fluxo de nutrição e começa a receber seus emails marketing.

Assim, ele avança pelas etapas do funil até chegar ao ponto de identificar a necessidade de contratar uma consultoria de gestão de empresas.

Depois disso, ele solicita um contato. Na hora da tomada de decisão pela compra, o vendedor retorna esse contato, seja por telefone, e-mail, Skype, seja por outros meios de comunicação.

Tudo isso sem a necessidade de deslocamento. O objetivo do inside sales é reduzir custos (tempo e deslocamento gastos na prospecção).

Além disso, busca de maneira rápida e escalável ampliar os ganhos de uma empresa. No que ele se apoia para ser efetivo?

No marketing digital, ora! Viu só como tudo está interligado?

10 – Inbound marketing

Inbound marketing pode ser traduzido como marketing de aproximação ou atração. Por consequência, engloba principalmente o marketing de conteúdo.

Mas, claro, se faz valer de fluxo de nutrição, SEO (e muito), email marketing, valuation e todos os outros conceitos anteriores. O propósito? Se aproximar dos potenciais clientes.

Acima de tudo, busca tornar uma marca mais familiar por meio de conteúdo e da proposta de auxiliar o cliente em suas dúvidas.

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Em outras palavras, inbound marketing atrai clientes sem recorrer àquela prospecção “agressiva”.

Não há, na estratégia, disputa de preços, ligações a todo momento, comerciais de TV, rádio e jornal, marketing de guerrilha etc.

Esse é o marketing clássico que já citamos anteriormente que hoje é chamado de outbound. Na prática, o inbound marketing pode ser adotado por uma vasta gama de empresas.

Mas os resultados podem ser ainda melhores. Sobretudo naqueles negócios cuja decisão do cliente leva mais tempo.

Ou seja, em vendas complexas, onde são exigidos requisitos maiores para fechar um negócio. E que, de modo geral, também envolvem compras de maior valor agregado.

11 – SaaS

Talvez você desconheça o termo, talvez não. Contudo, é possível que pague todos os meses para utilizar algum programa. Antivírus, pacote Office, Photoshop, Netflix, etc.

SaaS é sigla para “Software As a Service”. Traduzindo: software como um serviço. Isso representa um novo modelo para a venda de programas e aplicativos.

Antes, o usuário precisava pagar uma fortuna de uma só vez pela licença final de um software. Quando uma nova versão dele era lançada, aquela licença já estava desatualizada.

Como resultado, era necessário comprar a atualização ou mesmo um software novo.

No SaaS, o usuário faz a assinatura para utilizar específico. Programa e paga por mês ou a anuidade para utilizá-lo. Ponto. O valor se dilui. Fica acessível para um público maior. É algo democrático.

Afinal, chega a pessoas que talvez não teriam condições de pagar milhares de reais em uma licença completa de software.

12 – Growth hacking

O termo assusta em um primeiro momento por não ser algo ainda tão popularizado no país. Growth hacking pode ser entendido como o processo de experimentação focado em resultados.

“Growth” vem do verbo inglês “to grow”. Ele se junta a “Hacking” que, na língua inglesa, se refere a algo que busca testar e ultrapassar os limites conhecidos.

Aliás, é daí que vem a palavra Hacker. Pois acaba se referindo a entusiastas da computação que dedicam suas vidas a descobrir erros e falhas em códigos e sistemas.

No marketing digital, o termo define a busca por melhores formas de fazer um negócio crescer. Ou por boas práticas para fazer um produto ou serviço se tornarem mais consumidos.

De fato, isso ocorre por meio de exploração de novos canais. Se dá através de novas formas de conquistar clientes ou mesmo de dominar recursos técnicos e testes A/B.

No mundo offline, é como se uma loja mudasse sua fachada e localização o tempo todo. O intuito é ver em qual delas terá mais clientes comprando.

Se pudéssemos fazer uma definição mais honesta, growth hacking seria definido em português como “Sacada Genial” ou “Jogada de Mestre”.

Afinal, isso é o fruto de um trabalho focado em encontrar formas do negócio prosperar.

Growth na prática

Um dos exemplos mais conhecidos e antigos do growth hacking é o Hotmail (atual Outlook). A história é mais ou menos a seguinte. Olha só.

Conta-se que dois funcionários de uma empresa criaram este serviço de e-mail. Jack Smith e Sabber Bharia. Esses aí. Eles queriam mais privacidade na troca de mensagens.

Para resumir, eles suspeitavam que seus endereços corporativos eram vigiados. Aí eles colocaram a mão na massa e criaram este novo serviço.

A dupla começou a compartilhar contas com amigos, parentes e conhecidos. Como resultado, cresceram a ponto de atrair investidores. Um desses percebeu que o serviço era gratuito.

E, portanto, o “pagamento” seria a inclusão de uma frase ao final de TODOS os e-mails disparados pelo provedor.

Eram elas: “PS: I love you! Get your free e-mail at Hotmail”, ou “PS: Eu te amo! Faça sua conta grátis no Hotmail”.

Só para ilustrar, os provedores de email eram pagos, como AOL e Dreamscape. O lance foi que o Hotmail “pegou” e se expandiu MUITO até chamar atenção da Microsoft.

Esta, por sua vez, fez uma aquisição milionária pelo serviço que existe até hoje.

Entre outras empresas que cresceram fruto do esforço e da dedicação em encontrar formas de expansão estão o Facebook e o Airbnb.

Estratégias de marketing digital para a sua empresa

Estratégias de marketing digital

Em terra onde o Google (e o Facebook, LinkedIn, Twitter, Instagram, YouTube, WhatsApp e outros) domina, ter uma estratégia bem planejada de marketing digital é digna de se tornar rei.

Claro, ninguém está parado. Já existem diversas empresa com planejamentos em plena operação. Inclusive entre seus concorrentes (sim, pois é).

O que difere uma empresa da outra é o tipo de estratégia a ser adotada. Em segmentos onde os concorrentes são bem maiores, uma opção é se focar em nichos.

Afinal, empresas grandes têm dificuldades em atingir a públicos com necessidades específicas. Por mais que se tente, é complicado fazer um atendimento ao cliente diferenciado.

E como atender esses nichos com marketing digital? Respeitando os traços do seu negócio, as estratégias mais comuns e amplas para você, são:

Links patrocinados

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Seja no Facebook Ads, no Google Ads, LinkedIn, Twitter ou qualquer outra plataforma, não importa. O objetivo é sempre o mesmo: compra de espaço.

Pode ser em forma de link (Google), posts e banners (Facebook e LinkedIn), vídeos (YouTube), áudio (Spotify) e tweets (Twitter).

Cada plataforma tem sua forma de cobrar por links patrocinados. Entretanto, a maioria possui a opção de pagamento por clique ou por número de impressões.

Email marketing

Apesar das redes sociais e o WhatsApp serem cada vez mais usados, o email continua relevante. São bilhões e bilhões, com a vantagem de ser uma das ferramentas digitais preferidas para uso corporativo.

Por isso, muitas empresas apostam (e estão certas!) no email marketing. Por exemplo, para envio periódico de newsletters, ofertas e nutrição de leads.

Também para disseminação de conteúdo e informações de interesse do cliente ideal.

Otimização de sites

Mesmo em sites com bons conteúdo, é difícil figurar na maior parte do tempo nas primeiras posições do Google. Nós aqui no CRM PipeRun tentamos e nos esforçamos todos os dias para ssim.

Assim, a otimização de sites (SEO) surge com uma série de etapas.

Afinal, você quer que o maior buscador do mundo consiga enxergar a relevância de sua página, certo?

Por isso, você precisa se esforçar e buscar sempre as primeiras posições. Já falamos isso, mas sempre bom reforçar. Ok?

Marketing de Conteúdo

É o caminho sem volta. A maioria das iniciativas consiste em um blog com informações relevantes para o público-alvo (cliente ideal) de cada empresa.

Mas, você sabe bem – e já viu aqui – que vai além do texto. Pode e deve ser entregue em formato de vídeo.

Até porque, o segundo maior buscador do mundo é o YouTube. Podcasts estão em alta e crescerão muito nos próximos anos. Invista em formatos legais e, óbvio: conteúdo de fato relevante.

Assim, você (e a sua empresa) ganharão verdadeiros fãs.

Marketing digital e as gerações: o que cada uma usa?

Marketing digital e gerações

Entender que é válido ter muitos canais de acesso para sua empresa não significa abraçar o mundo. Cada público tem familiaridade e preferencia por determinado canal.

Isso varia conforme a idade, condição social e até momento de vida. É só pensar nas vezes em que deixamos de lado alguma rede social devido à alta demanda de trabalho.

Ou quando deixamos a caixa de entrada cheia de emails não lidos. Foi preciso focar atenção em outra coisa, pois é…

Os dados abaixo são baseados no estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e da Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílio (PNAD).

Os números são de 2013, ok. Mas ainda é possível visualizar quais canais são os preferidos, conforme a geração social de cada público.

Baby Boomers

Nascidos entre o fim da Segunda Guerra Mundial e o começo da década de 1960, foram protagonistas de grandes mudanças sociais e culturais no mundo ocidental.

Mulheres no mercado de trabalho, direitos civis e o cisão de ritos sociais. Cerca de 34% das pessoas entre 50 e 54 anos acessam a internet com mais frequência.

Estes são números que só caem conforme avançam a amostragem por idade. Ainda não muito ligada em tecnologia, é uma geração que tem preferência pelo uso do email e buscas no Google.

Ainda está menos presente em redes sociais. Porém, normalmente só para ficar em contato com os parentes.

Geração X

A chamada Geração X pegou o advento de novas tecnologias. Só para exemplificar, podemos citar:

  • computador pessoal;
  • telefone móvel;
  • jogos eletrônicos;
  • nascimento e popularização da internet.

No grupo de idade entre 35 e 39, 54% já acessa a rede com maior frequência. Este número cai para os mais velhos da geração.

Segundo o Kissmetrics, essa faixa etária utiliza muito a tecnologia para fins profissionais, principalmente o email.

Geração Y

Conhecidos como Millennials. É a geração que era jovem ou adolescente na Virada do Milênio. Portanto, se lembra pouco do mundo sem internet e sem a presença dos computadores pessoais em casa.

Cerca de 70% utiliza a internet com frequência. Faz uso dos diversos canais digitais em maior ou menor proporção. O email é o preferido para assuntos profissionais.

Todavia, o cenário está mudando de forma rápida com o WhatsApp sendo protagonista. Pesquisa tudo no Google quando tem dúvida.

Além disso, faz uso massivo das várias redes sociais. Isso acaba muitas vezes confundindo vida pessoal e profissional, que é acessada por 58% dos Millennials, segundo a Telefónia Global Millennium Survey.

Geração Z, em diante

Filhos de Millennials mais velhos ou de pessoas mais novas da Geração X. Aqueles que pertencem à Geração Z em diante já nascem ligados à tecnologia.

Mais de 75% deles acessa a internet o tempo inteiro. A maioria lembra pouco de internet discada ou celulares utilizados somente para ligação.

Smartphones estão em suas mãos, seja para acessar o Instagram, WhatsApp, seja para assistir seu youtuber favorito e até para consumir.

Só 35% deles utiliza a internet para ler emails. Isso pode ter a ver com a idade e baixa necessidade de uso desse canal (entendido como mais profissional).

Como fazer marketing digital? Veja um passo a passo completo

Passo a passo de como fazer marketing digital

Atrair mais clientes é o objetivo de qualquer negócio que quer ter sucesso e ser rentável. Para as empresas que utilizam seu site para oferecer seus produtos e serviços, a lógica é a mesma.

Contudo, as ferramentas mudam. Entra em cena o marketing digital, principal aliado de quem busca gerar mais tráfego.

A procura é sempre por quem tem potencial para se tornar um cliente fiel.

Aliás, a palavra de ordem é a fidelização. E a tecnologia tem papel decisivo na hora das empresas entenderam como fidelizar clientes. Não existe fórmula mágica. Não tem.

Contudo, dá para tentar seguir um caminho. Quase um passo a passo para aumentar as chances de se obter bons resultados.

Para isso, é preciso seguir as etapas a seguir. Elas vão desde traçar objetivos, planejar, executar e mensurar os resultados. O conteúdo é o recheio de tudo isso.

Assim sendo, ele é a principal forma de atrair clientes. Aqueles que estão de fato interessados em sua empresa, produtos e serviços.

Em contraste com isso estão aqueles clientes que compraram ou por impulso ou por “pressão”. Aquelas pessoas que foram convertidas em consumidores com alguma técnica agressiva.

Esqueça isso. Essa aí rende apenas uma venda. Mas não rende de fato um cliente fiel e satisfeito. Isto posto, separamos 14 etapas deste passo a passo.

Confira todas elas:

1 – Defina o seu objetivo de captar mais clientes

Qualquer plano envolve a definição do objetivo. É preciso saber onde quer chegar, o alvo. E esse objetivo precisa ser quantificado. Deve ser mensurável e ter uma data limite, um fechamento.

Quer saber como atrair mais clientes para o seu negócio? Quantos? Quando? Como?

Digamos que você irá lançar um eBook. Além disso, quer pelo menos atrair 100 novos leads em 2 meses. A tática é fazer isso via rede social.

Você definiu um número de posts em tantos dias. Além disso, irá investir dinheiro nas buscas patrocinadas do Google. Simples essa definição, certo? Sim.

Mas é um planejamento crucial. Ele precisa ocorrer antes de tirar qualquer coisa do papel. Ter objetivo é essencial para medir o sucesso do trabalho.

E para saber se o investimento feito nas ações de marketing digital foi suficiente. Como resultado, os dados obtidos ajudarão a criar novas campanhas melhores.

2 – Conheça o perfil ideal de cliente: defina personas

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Conseguir bons leads sem conhecer o perfil da empresa ou o ICP é uma tarefa quase hercúlea. Por isso, você precisa conhecer muito bem aqueles que você deseja atrair.

Somente assim você terá estratégias que realmente sejam assertivas. A buyer persona é um personagem fictício. Ele foi criado para representar algum consumidor e/ou cliente.

É utilizada para promover intimidade entre a equipe de marketing e o público-alvo. A diferença é que uma “persona” é, de fato, uma pessoa.

Ela tem nome, idade, gênero, rosto, histórico (biografia), hábitos de vida, preferências, aspirações, aversões e antipatias.

Em suma, são duas coisas diferentes. Para obter dados para a criação dessas personas você não precisa pesquisa de mercado. Nem de estudos de comportamento.

A fórmula é simples. Sabe qual é? A boa e velha conversa com clientes e potenciais clientes. Esteja munido de papel e caneta (ou qualquer meio para anotações).

3 – Descubra o que ele consome online: mapeie palavras-chave

Nas entrevistas com os clientes, é possível conduzi-las para descobrir o que eles consomem quando estão online.

Isso vai trazer termos específicos, somado a outros que descrevam sua empresa, produtos/serviços e mercado de atuação.

No marketing digital, essas palavras se tornam palavras-chave ou keywords (KW), como preferir. Elas contribuem para aumentar a visibilidade do seu site. Ou canal de comunicação.

Entretanto, é preciso que elas estejam organizadas. Sejam bem trabalhadas em uma ordem lógica.

Aliás, isso é o que chamamos de “mapeamento de palavras-chave”. Existem ferramentas para auxiliar você nesta missão. No fim deste texto elas estão listadas.

4 – Crie um planejamento editorial

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Seu site ou blog são meios de informação, certo? Tal como um jornal ou revista necessitam de um plano editorial. Estabeleça uma linha bem de assuntos a serem abordados para atrair clientes.

Contudo, claro, dentro os objetivos e da missão, visão e valores que uma empresa possui.

Em um negócio que vende artigos de jardinagem, o planejamento pode definir que os textos (conteúdo no geral) vão abordar dicas e boas práticas para jardins.

Não esqueça de otimizar o conteúdo para as KWs relevantes.

5 – Busque atrair mais clientes ao criar um blog

Por falar em planejamento editorial, é necessário ter um local para publicar seus conteúdos. Para dividir dicas e artigos sobre seu negócio ou seus produtos.

Nesse sentido, não há nada mais simples, direto e acessível do que um blog. É possível criar um em um domínio de terceiros, como o Blogspot, Tumblr ou WordPress

Mas o melhor mesmo é criá-lo dentro do domínio do site da sua empresa. Vale lembrar que o principal objetivo de produzir conteúdo é atrair clientes para seu site.

Por consequência, oferte dados relevantes, com soluções para suas dúvidas. O usuário pergunta ao Google. E você, no seu blog, responde de forma consultiva e didática.

A missão aqui vai além de entregar a resposta. Está em mostrar que a sua empresa é uma referência naquele assunto. E que não pode, de maneira alguma, ser ignorada.

6 – Estruture a geração de conteúdo

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Produção de conteúdo exige disciplina, compromisso e habilidades. Afinal, você quer oferecer textos concisos e atraentes aos leitores.

Junto disso, deseja que eles ofereçam soluções ou respostas às perguntas deles, não é mesmo?

É possível pensar em montar uma redação para produzir esses conteúdos, ter controle do trabalho feito e a certeza de que a equipe está alinhada aos ideias do negócio.

Você pode, assim, tanto recorrer às agências digitais ou redatores externos, como ter pessoas especializadas “dentro de casas”.

De um jeito ou de outro, é preciso ser estratégico nesta hora. Focar em resultados e em atrair as pessoas certas e do jeito certo.

7 – Melhores o posicionamento no Google com SEO

Além da produção de conteúdo, é preciso focar em melhorar a posição nas buscas do Google com técnicas de Otimização de Ferramentas de Busca (SEO, em inglês).

Esse trabalho é bastante técnico, pois envolve algoritmos complexos do Google. Ele também pode (ou melhor, DEVE) ser aplicado a todo o conteúdo produzido e publicado em seu site.

Sempre, óbvio, considerando as regras e parâmetros de SEO.

8 – Use links patrocinados

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Não é porque você está focando em gerar fluxo de forma orgânica para o seu site que você deve ignorar a importância de gerir campanhas de links patrocinados nos mesmos buscadores.

Existem várias diferenças entre promoção orgânica de um site e o link patrocinado, mas a principal delas é o tempo de retorno.

Uma campanha no Google, por exemplo, pode trazer resultados imediatos. Como é pago, o próprio anunciante define em qual posição vai aparecer nas buscas.

Redes de sites parceiros também podem exibir seus anúncios. Isso tornará a solução de links patrocinados ainda mais atraente.

Facebook Ads

Dentro das opções em patrocinar links, o Facebook Ads é uma alternativa relevante. Ainda mais quando ele é integrado CRM de sua empresa.

Embora o número de usuários do Facebook esteja em declínio no Brasil, ainda é uma rede social muito usada. Assim, anunciar  por lá segue sendo uma opção bastante atraente.

Claro, dependendo do tipo de produto ou serviço que sua empresa oferece.

Isso porque, o Facebook não é uma rede social corporativa – como o LinkedIn é.

Então, a maioria das empresas B2B não combinam muito com o ambiente desse mundo criado por Mark Zuckerberg.

Mas, se torna um canal crucial para anúncios atraentes, bem planejados.

Especialmente se a sua empresa vende bens de consumo, como roupas, carros, eletrônicos, ou serviços que podem interessar a pessoas físicas, como cursos, assessoria de estilo, decoração etc.

9 – Produza iscas digitais

No marketing digital, os materiais ricos que podem atrair leitores interessados em seu produto ou serviço  são chamados de iscas digitais.

Há uma relação extensa do que pode ser “isca”, mas entre as mais populares estão os eBooks, vídeos e infográficos.

Outras empresas vão além, para oferecer webinars (conferências online), planilhas e modelos de planejamento e até período de avaliação gratuito ou diagnóstico.

Todas elas são válidas desde que entreguem valor para as pessoas que você está impactando.

10 – Crie formulários de conversão

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As landing pages são páginas com formulários de conversão. E é lá que os usuários devem chegar quando interessados em baixar as iscas digitais.

É uma relação de troca: sua empresa oferece o material educativo, modelo de trabalho ou qualquer outro conteúdo rico. Para fazer o download o usuário precisa deixar algumas informações de contato.

Aqui o objetivo é ter uma informação de contato simples no primeiro momento, um e-mail e o nome do internauta, por exemplo.

Isso é o que chamamos de contato de topo de funil do marketing de conteúdo.

11 – Prepare a sequência e a automação de emails

Depois de organizar seu site com conteúdos relevantes, o caminho natural é disseminar todo esse material. E você pode fazer isso via redes sociais, ferramentas de busca e o email marketing.

O contato feito pelo correio eletrônico deve ser sempre baseado nos emails obtidos na etapa anterior.

Essa tarefa exige a chamada “nutrição”, um estímulo dado ao usuário para que ele continue buscando conteúdos de sua empresa.

Isso demanda uma sequência de conteúdos a serem disparados para os e-mails cadastrados e a forma mais eficaz de fazer isso é pela automação nos disparos.

As ferramentas que listaremos adiante são importantes. Elas possibilitam que os emails sejam disparados conforme a evolução de cada contato, de forma independente e automatizada.

Quem administra essas plataformas apenas precisa definir os parâmetros e preparar os emails a serem enviados aos usuários.

É assim que se imerge e qualifica um contato em seus conteúdos, ao ponto dele decidir que já pode se tornar seu cliente.

12 – Filtre os leads com lead scoring

marketing digital

No marketing digital, lead é todo aquele usuário que fez um contato inicial, uma interação com seu site para fazer o download de um material, por exemplo.

Mas isso, a essa altura do conteúdo, você certamente já sabe e domina bem. O método de lead scoring, por sua vez, atribui pontos a esse lead, para avaliar em qual etapa de venda ele está.

É uma metodologia bem eficaz, inclusive para empresas B2B. Há várias ferramentas que oferecem o método como parte integrada para mensurar as possibilidades de venda da base de contatos.

13 – Realize inbound sales

Inbound Sales deriva do inbound marketing – que nada mais é todo esse passo a passo que você tem lido até agora. Dá para dizer que inbound sales é o objetivo final de todo esse trabalho.

Ou seja, serve para aproveitar todo o trabalho feito e para capitalizar em clientes. Por este método, vai embora a figura do vendedor e entra a do consultor.

É ele quem oferece soluções e mostrar resultados aos clientes em potencial. O lead, nesta altura um prospect, tem confiança nessa figura do consultor.

Até porque, de certa forma já sente que tem um certo grau de proximidade com ele devido ao tempo de imersão aos materiais, produtos e serviços da empresa.

Na grande maioria das vezes, a abordagem é feita de forma natural. Pode ser até mesmo com o próprio lead pedindo por um contato do consultor.

Telefone, email, WhatsApp, tanto faz. Isso facilita muito o trabalho da equipe de vendas, que não tem mais que tentar convencer os futuros clientes dos benefícios de um produto ou serviço.

14 – Tenha CRM integrado

PASSO A PASSO PARA A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EM VENDAS

Veja como sair da planilha e fazer a gestão de vendas através de um CRM

ebook transformação digital em vendas

Para tornar essas tarefas mais assertivas, baseada em números, é preciso realizar a gestão plena do processo de vendas.

Para isso, nada melhor do que ter um CRM 100% integrado com as plataformas de automação de marketing.

Assim, o lead gerado e nutrido vai de forma automática para o pipeline – no modelo kanban – do sistema comercial.

De forma visual, o time de vendas e os SDR podem trabalhar cada oportunidade de forma muito mais clara e ágil.

Com ações automáticas, templates, alertas e diversas integrações, se produz muito mais no setor.

E quando isso acontece, a empresa dá ao cliente o valor que ele precisa enxergar para sentir-se confiante em realizar a compra.

As melhores ferramentas de marketing digital para sua empresa

Ferramentas de marketing digital

Bom, agora você já está com o conceito de marketing digital dominado, certo? Está por dentro estratégias e inteirado de algumas dicas de marketing.

Portanto, agora é preciso colocar a tecnologia como locomotiva das ações. Acima de tudo, se você chegou até aqui, é porque sabe a relevância que a transformação digital tem.

Somente através dela é possível tirar tudo do papel. Ela ajuda a mais assertivo naquilo que mais importa: a captação de clientes.

Por isso, separamos algumas ferramentas que ajudam você nesta missão. São plataformas que focam na relação com o cliente para, claro, vender mais e melhor.

Fizemos a separação por categorias. Uma ferramenta pode se enquadrar em uma ou mais categoria. Contudo, estará citada apenas na que vemos como a mais destacável.

Veja:

Ferramentas de email marketing e automação de marketing

Ferramentas para usabilidade e feedback

  • ClickTale;
  • HotJar (esta é uma excelente ferramenta de Analytics e Feedback, que fornece vários insights sobre o comportamento de visitantes no site).

Ferramentas para blogging

Ferramentas para gestão de redes sociais

Ferramentas para gestão de produção de conteúdo

Ferramentas de publicidade online

Ferramentas para planejamento de marketing digital

Ferramentas para SEO – otimização em buscadores

Ferramenta para análises

Hospedagem de sites

Registro de domínios

E aí, como podemos te ajudar?

Você ficou com dúvida sobre o conteúdo?

Ou então quer saber como vender mais e melhor através do marketing digital? FALE COM UM CONSULTOR.

Aproveite e leia dois artigos que ajudarão você a impactar seus clientes de forma mais positiva todos os dias.

O primeiro fala do porquê de ter excelência no atendimento e encantar os seus clientes.

Já o segundo fala sobre como abordar um cliente pela primeira vez – e gerar valor para ele!

Boas vendas!

Um abraço do PipeRun, o seu CRM. #RunPipeRun

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